
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
“Não existe felicidade sem partilhar”
Para vocês pessoas que acham que viver sozinho é mais divertido do acompanhado, sugiro que assistam esse filme, até duas vezes se necessário, para que entendam realmente que o Homem não nasceu pra viver sozinho.
“Você não precisa de relacionamentos humanos para ser feliz” Christopher McCandless (ou Alex Supertramp, como ele passou a se chamar),o garoto que resolve abandonar tudo e partir para o Alasca no filme Na natureza selvagem
Sem sexo, nem drogas, muito menos rock'n roll. Baseado em Na natureza selvagem, a dramática história de um jovem aventureiro, de Jon Krakauer, o filme de Sean Penn traz o intenso Emile Hirsch como o jovem recém-formado que decide abandonar qualquer vestígio do que se entende como laço social para sobreviver no inverno rigoroso do Alasca. De 1990 a 1992 Chris McCandless tranforma-se em Alex Supertramp, um literal super-vagabundo, rasgando dinheiro e evitando qualquer aprofundamento de relações humanas. O filme deixa claro que o rapaz é encantador, mas não consegue ir adiante na sua própria teoria sobre relacionamentos. Com evidente apoio da psicanálise e a narração de sua irmã, o roteiro aposta que a rebeldia do jovem se deve a um jogo perverso entre os pais que fingem se odiar, mas estão sempre juntos. McCandless não suporta ficar de lado, passa a questionar a vida doméstica até o supremo ato de abandono completo. O filme com a câmara mágica de Penn é o mais completo exercício de uma das teorias mais caras sobre a existência humana: se estamos condenados à liberdade, só podemos aproveitá-la se houver um outro para fazer parte dela.
“Não existe felicidade sem partilhar”Frase final encontrada nos escritos de Christopher McCandless (Ex-Alex Supertramp)junto de seu corpo esquálido, dentro de um ônibus abandonado no Alasca.
Sem sexo, nem drogas, muito menos rock'n roll. Baseado em Na natureza selvagem, a dramática história de um jovem aventureiro, de Jon Krakauer, o filme de Sean Penn traz o intenso Emile Hirsch como o jovem recém-formado que decide abandonar qualquer vestígio do que se entende como laço social para sobreviver no inverno rigoroso do Alasca. De 1990 a 1992 Chris McCandless tranforma-se em Alex Supertramp, um literal super-vagabundo, rasgando dinheiro e evitando qualquer aprofundamento de relações humanas. O filme deixa claro que o rapaz é encantador, mas não consegue ir adiante na sua própria teoria sobre relacionamentos. Com evidente apoio da psicanálise e a narração de sua irmã, o roteiro aposta que a rebeldia do jovem se deve a um jogo perverso entre os pais que fingem se odiar, mas estão sempre juntos. McCandless não suporta ficar de lado, passa a questionar a vida doméstica até o supremo ato de abandono completo. O filme com a câmara mágica de Penn é o mais completo exercício de uma das teorias mais caras sobre a existência humana: se estamos condenados à liberdade, só podemos aproveitá-la se houver um outro para fazer parte dela.
“Não existe felicidade sem partilhar”Frase final encontrada nos escritos de Christopher McCandless (Ex-Alex Supertramp)junto de seu corpo esquálido, dentro de um ônibus abandonado no Alasca.
Autor: não publicado
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Desapego Total!
Existe uma famosa história zen sobre um mestre e seu discípulo. Os dois estavam a caminho da aldeia vizinha quando chegaram a um rio caudaloso e viram na margem, uma bela moça tentando atravessá-lo. O mestre zen ofereceu-lhe ajuda e, erguendo-a nos braços, levou-a até a outra margem. E depois cada qual seguiu seu caminho. Mas o discípulo ficou bastante perturbado, pois o mestre sempre lhe ensinara que um monge nunca deve se aproximar de uma mulher, nunca deve tocar uma mulher. O discípulo pensou e repensou o assunto; por fim, ao voltarem para o templo, não conseguiu mais se conter e disse ao mestre:
— Mestre, o senhor me ensina dia após dia a nunca tocar uma mulher e, apesar disso, o senhor pegou aquela bela moça nos braços e atravessou o rio com ela.
— Tolo – respondeu o mestre – Eu deixei a moça na outra margem do rio. Você ainda a está carregando.
Desapego não é desinteresse, indiferença ou fuga. Não devemos nos tornar indiferentes aos problemas da vida. Não devemos fugir da vida; não se pode fugir dela quando somos sinceros. A vida e seus problemas devem ser encarados e lidados de frente, mas não são coisas às quais devamos nos apegar
O apego às condições favoráveis leva à avidez e ao falso otimismo, enquanto que o apego às condições desfavoráveis leva ao ressentimento e ao pessimismo. Sem dúvida, nosso apego às coisas, condições, sentimentos e idéias é muito mais problemático do que imaginamos.
A vida é mutável; todas as coisas são mutáveis; todas as condições são mutáveis. Por isso, “deixe ir” as coisas. Todos os abusos, a raiva, a censura – deixe que venham e que se vão. Tudo o que fazemos, devemos fazer com sinceridade, com honestidade e com todas as nossas forças; e uma vez feito, feito está. Não nos apeguemos a ele. Muitas pessoas se apegam ao passado ou ao futuro, negligenciando o importante presente. Devemos viver o melhor “agora”, com plena responsabilidade.
Autor: Desconhecido
Assinar:
Comentários (Atom)