Para vocês pessoas que acham que viver sozinho é mais divertido do acompanhado, sugiro que assistam esse filme, até duas vezes se necessário, para que entendam realmente que o Homem não nasceu pra viver sozinho.
“Você não precisa de relacionamentos humanos para ser feliz” Christopher McCandless (ou Alex Supertramp, como ele passou a se chamar),o garoto que resolve abandonar tudo e partir para o Alasca no filme Na natureza selvagem
Sem sexo, nem drogas, muito menos rock'n roll. Baseado em Na natureza selvagem, a dramática história de um jovem aventureiro, de Jon Krakauer, o filme de Sean Penn traz o intenso Emile Hirsch como o jovem recém-formado que decide abandonar qualquer vestígio do que se entende como laço social para sobreviver no inverno rigoroso do Alasca. De 1990 a 1992 Chris McCandless tranforma-se em Alex Supertramp, um literal super-vagabundo, rasgando dinheiro e evitando qualquer aprofundamento de relações humanas. O filme deixa claro que o rapaz é encantador, mas não consegue ir adiante na sua própria teoria sobre relacionamentos. Com evidente apoio da psicanálise e a narração de sua irmã, o roteiro aposta que a rebeldia do jovem se deve a um jogo perverso entre os pais que fingem se odiar, mas estão sempre juntos. McCandless não suporta ficar de lado, passa a questionar a vida doméstica até o supremo ato de abandono completo. O filme com a câmara mágica de Penn é o mais completo exercício de uma das teorias mais caras sobre a existência humana: se estamos condenados à liberdade, só podemos aproveitá-la se houver um outro para fazer parte dela.
“Não existe felicidade sem partilhar”Frase final encontrada nos escritos de Christopher McCandless (Ex-Alex Supertramp)junto de seu corpo esquálido, dentro de um ônibus abandonado no Alasca.
Sem sexo, nem drogas, muito menos rock'n roll. Baseado em Na natureza selvagem, a dramática história de um jovem aventureiro, de Jon Krakauer, o filme de Sean Penn traz o intenso Emile Hirsch como o jovem recém-formado que decide abandonar qualquer vestígio do que se entende como laço social para sobreviver no inverno rigoroso do Alasca. De 1990 a 1992 Chris McCandless tranforma-se em Alex Supertramp, um literal super-vagabundo, rasgando dinheiro e evitando qualquer aprofundamento de relações humanas. O filme deixa claro que o rapaz é encantador, mas não consegue ir adiante na sua própria teoria sobre relacionamentos. Com evidente apoio da psicanálise e a narração de sua irmã, o roteiro aposta que a rebeldia do jovem se deve a um jogo perverso entre os pais que fingem se odiar, mas estão sempre juntos. McCandless não suporta ficar de lado, passa a questionar a vida doméstica até o supremo ato de abandono completo. O filme com a câmara mágica de Penn é o mais completo exercício de uma das teorias mais caras sobre a existência humana: se estamos condenados à liberdade, só podemos aproveitá-la se houver um outro para fazer parte dela.
“Não existe felicidade sem partilhar”Frase final encontrada nos escritos de Christopher McCandless (Ex-Alex Supertramp)junto de seu corpo esquálido, dentro de um ônibus abandonado no Alasca.
Autor: não publicado
Nenhum comentário:
Postar um comentário